quinta-feira, 22 de setembro de 2011

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Ômega 3 e 6 podem comprometer eficácia da quimioterapia

WASHINGTON - Os ácidos graxos ômega 3 e 6 podem bloquear a capacidade da quimioterapia de atacar tumores, razão pela qual os pacientes devem se abster de ingeri-los, segundo estudo de cientistas holandeses, divulgado esta segunda-feira.

Os suplementos de óleo de peixe, ricos nestes ácidos graxos, são amplamente vendidos em todo o mundo e promovidos como uma forma de melhorar a saúde cardíaca e cerebral. No entanto, cientistas do Centro Médico de Utrecht (UMC Utrecht), da Universidade da Holanda, reportaram na revista Cancer Cell que ácidos graxos similares bloquearam o efeito de um determinado tipo de quimioterapia em testes com animais.

"Enquanto se esperam os resultados de novas pesquisas, atualmente recomendamos que estes produtos não sejam utilizados por pessoas em tratamento com quimioterapia", disse Emile Voest, oncologista do UMC Utrecht.

Voest supervisionou a pequisa, que demonstrou que um tipo de quimioterapia, chamada cisplatina, usada com frequência para tratar cânceres de pulmão, bexiga, ovário e testículo, se torna impotente com a presença de dois tipos de ácidos graxos produzidos pelas células-tronco no sangue. Estes ácidos graxos, conhecidos como PIFAs, são produzidos pelo corpo e também estão presentes nos suplementos de óleo de peixe.

Em testes realizados em ratos com tumores na pele, os cientistas descobriram que os animais que receberam injeções de ácidos graxos, descritos como "uma quantidade normal de óleo de peixe", se tornaram insensíveis à quimioterapia.

"No que diz respeito à resistência da quimioterapia, normalmente acreditamos que ocorreram mudanças nas células cancerosas. Agora se demonstra que o próprio corpo secreta substâncias protetoras no sangue que são suficientemente potentes para bloquear o efeito da quimioterapia", resumiu Voest. "Estas substâncias podem ser encontradas em alguns tipos de óleo de peixe", acrescentou.

fonte: Correio Braziliense Online (France Presse)

PMs teriam premeditado morte de Patrícia Acioli

Os PMs do Grupo de Ações Táticas (GAT) do batalhão de São Gonçalo já estavam presos na Unidade Prisional da PM, em Benfica, na Zona Norte do Rio. Eles são acusados também de participar do assassinato de um jovem de 18 anos no dia 3 de junho, no Morro do Salgueiro, em São Gonçalo, na Região Metropolitana.


Na época da morte do jovem, os policiais afirmaram que agiram em legítima defesa, o que não foi comprovado pelas investigações. Segundo Ettore, os três PMs foram ao Morro do Salgueiro ameaçar a família do jovem morto, mas não a encontraram. No dia 11 de julho, eles foram até a residência da juíza Patricia Acioli verificar o local, já pensando num possível assassinato, ainda de acordo com o delegado.

No dia do crime, eles receberam a informação da advogada deles de que a prisão seria decretada. Antes de Patricia deixar o Fórum de São Gonçalo, ela decidiu decretar a prisão do trio. Mas, segundo a polícia, os suspeitos não sabiam que a prisão já havia sido decretada. "A forma de impedir isso seria matando ela. Eles foram até o Fórum e seguiram Patricia até a porta da casa dela", disse Ettore.

De acordo com o presidente da Amaerj, Antônio César de Siqueira, no dia em que foram na casa da juíza (11 de julho), os três PMs usaram um carro do 12º BPM (Niterói) que não possui GPS.

fonte: G1